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Preço assusta e gerador de energia fica restrito a padrão mais elevado

Publicado em: 31/03/2014

Presente na maior parte dos lançamentos de alto padrão, o gerador de energia é cobiçado em condomínios mais antigos ou de perfil mais econômico.
 
Com a volta do tema racionamento e apagão ao noticiário e vários episódios de falta de luz (sobretudo a cada chuva forte), o equipamento ganha projeção e relevância.
 
Além de deixar as unidades no escuro, a falta de luz interfere diretamente no sistema de segurança, que fica desligado sem uma fonte independente de energia.
 
Câmeras e alarmes deixam de funcionar, dificultando a vigilância. Já os portões passar a operar no sistema manual, o que leva mais tempo para a sua abertura, facilitando a ação de bandidos.
 
"Se o porteiro faltou, o zelador fica no lugar. Se falta água, alugo um caminhão-pipa, mas e se falta luz?", questiona Marcelo Mahtuk, da administradora de condomínios Manager. "Hoje, o gerador não é um equipamento de conforto, mas de segurança."
 
Segundo levantamento do Grupo Hubert, por meio de questionário com clientes prestes a fechar negócio, a oferta de gerador e medidor de consumo individual de água pesa na decisão de compra (para 50% deles) e valoriza o imóvel. Segundo cálculos da imobiliária, o preço pode ficar até 8% mais alto.
 
INFRAESTRUTURA
 
Na hora de decidir pela instalação em um prédio que não prevê o equipamento, é preciso levar em conta que a capacidade e o preço variam muito.
 
A colocação também pode custar mais do que o próprio gerador, no caso de garantir a iluminação dos apartamentos.
 
Em geral, os geradores ficam em uma área reservada no subsolo –e o ruído e o cheiro de combustível podem ser percebidos pelos moradores e vizinhos mais próximos.
 
A decisão sobre o produto correto também depende de avaliação da empresa instaladora, que mede o consumo de energia do condomínio.
 
Especialistas estimam que um equipamento que dê conta da iluminação da área comum, funcionamento das bombas de drenagem, de um elevador e do sistema de segurança, como câmeras, custa em torno de R$ 100 mil, incluindo o valor de instalação.
 
O cálculo é válido para um prédio com 20 andares e com colocação simples.
 
Fábio Kurbhi, vice-presidente da Aabic (Associação de Administradores de Bens Imóveis), lembra que, para decidir pela compra, mais da metade dos condôminos presentes na assembleia devem aprovar o negócio.
 
A conta deve ser rateada pelos proprietários, sem incluir os inquilinos. Em geral, o pagamento é parcelado.

Fonte: Folha de S. Paulo

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