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Redução nos juros pode estimular apetite por imóveis

Publicado em: 10/04/2017

Na próxima quarta-feira (19/4), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, anuncia sua decisão sobre a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 12,25% ao ano. A expectativa do mercado é de um corte de um ponto percentual, com mais reduções ao longo do ano — o consenso entre os economistas é que a taxa encerrará 2017 em 8,75%. Isso significa que a renda fixa perderá atratividade, e o brasileiro que quiser rendimentos maiores para suas aplicações terá de correr riscos. As opções clássicas são aplicar em ações, abrir um negócio ou investir em imóveis, apostando na alta dos preços — movimento comum quando os juros básicos da economia caem.

O investimento em imóveis reflete o perfil conservador da grande maioria dos brasileiros. Afinal, a trajetória de queda da Selic deve pôr fim à era do rendimento acima de 1% mensal na renda fixa. Um título pós-fixado que acompanha a Selic, por exemplo, pagava mais de 1,1% ao mês quando os juros básicos eram de 14,25% ao ano, entre julho de 2015 e outubro de 2016. No patamar atual, de 12,25%, a rentabilidade mensal por um período de 12 meses já seria pouco abaixo de 1%. Com novas reduções da Selic, o 1% mensal ficará ainda mais distante.

Fonte: O Globo
 

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